Não se consegue entenderMas é possível perceber
Que entre o amor e o ódio
O ciúme tem algo a ver
O ódio é sempre perplexo
E o amor é tão complexo
São sentimentos de contrariedade
Que separam casais de verdade
Autora: Ecilda Castro 3° 'D' Tarde
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Lá estava eu em um daqueles dias que acontecem todos os dias na minha vida, perdido no tempo, morrendo de tédio, sem saber o que fazer para sair da rotina. De repente: toc, toc, toc... Batem na porta.
A música não é apenas
Quem pode me explicar o que sinto?
Meu corpo grita por você...
Andando sozinho... escolha que eu fiz
O luar já não é tão belo

Eu já estava atrasado e sabia que, se não me apressasse, perderia o ônibus para a faculdade. Por isso penteei os cabelos com pressa diante do espelho e logo peguei a minha pasta para sair.
No jogo, quando se comete a falta
Seu nome soa como canção
Autora: Marina Moreno 3° Ano 'D' Tarde
Esperava que você
Ao cair da noite...
Hoje é notável o envelhecimento celular
Não saberemos o que sentimos...
Tudo começou na escola. Era o primeiro dia de aula, e os alunos já se conheciam, por serem de uma cidadezinha de interior. Naquela cidade, mais precisamente naquela escola, iniciou-se uma bonita amizade entre professor e alunos.
Que não estás aqui... estás tão longe?
O que é isso? Existe?
Para mim, a tristeza é um mar grande e solitário. É traiçoeira e sem resposta. E neste mar, o fim chegando. Estou me afogando.
Inspirei-me em você para viver
Não encontro explicação...
-Vamos pai!
Cheguei do trabalho e já passava das dezenove horas. Estava cansada, pois havia sido mais um dia daqueles: muito trabalho, pouca paciência e intensa dor de cabeça.
Era sagrado. Todos os dias, após o almoço, enquanto minha família aproveitava a sesta, eu corria para o fundo do quintal, subia no muro e ficava a apreciar a beleza de minha vizinha, a Flora, que neste horário costumava ter suas aulas de balé.
Na época dos deuses antigos, os homens possuíam quatro braços, quatro pernas e duas cabeças.
Aquela menina já olhara para o relógio mais de três vezes, em menos de cinco minutos. Sua expressão facial denunciava preocupação e seus gestos inquietos revelavam um desespero interno, que se transmitia em toda a sua fisionomia exterior.
Às vezes, sinto-me inútil nesse mundo medonho, onde não descobrimos a sua verdadeira essência.
