sábado, 14 de julho de 2007

CHUVA DE AMOR


Na madrugada calma e escura
A chuva cai sem dó, sem piedade
O tempo passa e a chuva aumenta
E permaneço com a mesma saudade

O barulho da chuva se escuta nas telhas
Como se o mundo fosse acabar
Escuta-se um relâmpago
Depois começa a trovejar

Com um tempo, o dia amanhece
E você permanece no meu pensamento
Já não basta a noite inteira
Penso em ti a todo o momento

Autora: Pauliana Lima / 3º Ano 'B' Tarde

5 comentários:

Afonso Queiroz disse...

PARABENS AUTOR !!!!
muito lindo este texto...
parabens quem o fez que agora ja nem lembro ´pq?
demorou muito para abrir essa pagina pra me póder comentar!
hehehehehehe...
abração.

Anônimo disse...

Passamos por tantas chuvas... chuvas de amor... chuvas de sofirmentos... de decepções... de tormentos...
Isto quando não se transformam em tempestades...
Muito bom o texto!!!!

Anônimo disse...

Que texto reflexivo!!!! Realmente, na vida, temos vários tipos de chuvas e a que mais nos molha são aquelas de tristeza... desilusão... sofrimentos...porque deixam marcas que levamos para o resto de nossas vidas. Mas nunca devemos esquecer que depois de uma tempestade sempre vem um lindo dia de sol que pode até apagar os resquícios de uma grande tempestade. E aí estamos prontos para recomeçar....

Anônimo disse...

Pauliana, é muito lindo escrever utilizando a madrugada, a chuva, o tempo. São palavras repletas de significados, que se adequam ao estado de espírito do leitor, à medida que realiza sua leitura. Continue enriquecendo nossa literatura com suas idéias! Parabéns!

Anônimo disse...

Parabens, mais sempre depois da chuva vem o sol e o arco-íris, adorei o seu texto.